António N. Rebelo
José Oliveira
Faculdade de Desporto
Universidade do Porto
Portugal
RESUMO
A velocidade, agilidade e a potência muscular são qualidades
importantes para a performance física do futebolista. No presente
estudo, avaliou-se o desempenho de futebolistas em testes
de terreno e de laboratório para as referidas capacidades e
determinou-se a força de associação entre elas.
Foram avaliados 23 futebolistas profissionais participantes na
Super Liga de Futebol Portuguesa, aos quais foram aplicados os
seguintes testes: velocidade em 15m (V15), velocidade em 35m
(V35), agilidade (AGI) e potência máxima(MP) em dinamómetro
isocinético (Biodex - System 3, NY, USA).
A força de associação entre as medidas dos testes V15, V35 e AGI
revelou ser moderadamente elevada a elevada (r=0,60 a r=0,86).
A MP dos músculos extensores e flexores do joelho mostrou uma
correlação moderada com a performance no V15 e no AGI, mas
apenas na velocidade angular mais alta (6.28 rad.s-1).
Os resultados do presente trabalho sugerem que a MP é fundamental
para o desempenho nos testes V15 e AGI. A determinação
da MP em dinamómetro isocinético deve ser obtida em
velocidades angulares tão elevadas quanto o instrumento o
possibilite. Finalmente, embora os testes não se substituam
uns aos outros, os testes V15 e AGI estarão mais próximos nos
atributos que cada um deles avalia.
Palavras-chave: futebol, velocidade, agilidade, potência muscular
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Relação Entre Força Muscular de Membros Inferiores e Capacidade de Aceleração em Jogadores de Futebol
Por: MENZEL, Hans-Joachim; CHAGAS, Mauro Heleno; SIMPLÍCIO, Afonso Timão;
Revista Paulista de Educação Física - v.19 - n.3 - 2005
Resumo
Este estudo teve como objetivo analisar a relação entre diferenças bilaterais de força muscular dos membros inferiores (MMII) com a velocidade de locomoção com giros para a direita e para a esquerda em jogadores de futebol. A amostra foi constituída por 19 atletas da categoria júnior com média de idade de 18,58 ± 0,77 anos. A capacidade de aceleração dos indivíduos foi medida com o uso de fotocélulas através de corridas de 15 m realizadas em linha reta e com giro de 90º para a direita e para a esquerda aos 7,5 m. Através do “Squat Jump” monopedal (SJm) sobre uma plataforma de força foram identificadas possíveis diferenças laterais de força muscular. O nível de significância adotado foi de p < 0,05. Exceto para as variáveis dependentes do tempo obtidas através do SJm, os coeficientes de confiabilidade (rc) para as variáveis analisadas foram maiores que 0,85. Para a identificação de possíveis correlações entre diferenças laterais de força muscular e diferenças laterais da capacidade de aceleração foi aplicado o teste de contingência. O único coeficiente significante (p = 0,05) foi encontrado entre a perna dominante e a força concêntrica máxima. Nesse estudo não foram encontradas correlações significativas entre a força muscular de MMII e a capacidade de aceleração envolvendo mudanças de direção em jogadores de futebol. UNITERMOS: Futebol; Força; Capacidade de Aceleração.
Endereço: http://www.usp.br/eef/rbefe/v19n32005/v19n3p233.pdf
Revista Paulista de Educação Física - v.19 - n.3 - 2005
Resumo
Este estudo teve como objetivo analisar a relação entre diferenças bilaterais de força muscular dos membros inferiores (MMII) com a velocidade de locomoção com giros para a direita e para a esquerda em jogadores de futebol. A amostra foi constituída por 19 atletas da categoria júnior com média de idade de 18,58 ± 0,77 anos. A capacidade de aceleração dos indivíduos foi medida com o uso de fotocélulas através de corridas de 15 m realizadas em linha reta e com giro de 90º para a direita e para a esquerda aos 7,5 m. Através do “Squat Jump” monopedal (SJm) sobre uma plataforma de força foram identificadas possíveis diferenças laterais de força muscular. O nível de significância adotado foi de p < 0,05. Exceto para as variáveis dependentes do tempo obtidas através do SJm, os coeficientes de confiabilidade (rc) para as variáveis analisadas foram maiores que 0,85. Para a identificação de possíveis correlações entre diferenças laterais de força muscular e diferenças laterais da capacidade de aceleração foi aplicado o teste de contingência. O único coeficiente significante (p = 0,05) foi encontrado entre a perna dominante e a força concêntrica máxima. Nesse estudo não foram encontradas correlações significativas entre a força muscular de MMII e a capacidade de aceleração envolvendo mudanças de direção em jogadores de futebol. UNITERMOS: Futebol; Força; Capacidade de Aceleração.
Endereço: http://www.usp.br/eef/rbefe/v19n32005/v19n3p233.pdf
Ação moduladora da crioterapia na concentração sérica de CK em jovens atletas de futebol
Autores: João Baptista Fonseca Neto Machado, André Ferreira-Teixeira, Marco Machado, Franz W. Knifis, Cícero Figueiredo-Freitas, Danilo da Silva Moreira
Resumen:
A crioterapia é cada vez mais utilizada como recurso para melhora da performance durante competições e como facilitador da recuperação de atletas. OBJETIVOS: Verificar se a crioterapia após treinamento altera a concentração dos marcadores de lesão muscular em atletas de futebol. METODOLOGIA: Atletas de futebol (14-20 anos) foram aleatoriamente divididos em dois grupos: CRIO (n = 9) e CONT (n = 10). Todos realizaram uma Corrida Contínua em Velocidade Variável (CCVV) de 50 min e logo depois CRIO foi submetido a 15 min de submersão em água a 8°C. Sangue venoso periférico foi coletado antes (0h), 24, 52 e 76 horas após o CCVV para dosagem de CK. RESULTADOS: Os grupos analisados eram homogêneos em MCT, MCM e %G (p>0,05). O grupo CONT não apresentou variação da concentração de CK em nenhuma das coletas após o exercício (p>0,05). A concentração sérica de CK em CRIO variou nas 24h após exercício e posteriormente retornou aos valores basais. CONCLUSÃO: A partir dos dados podemos postular que o CCVV não foi capaz de provocar lesões suficientes para alterar a concentração de CK, porém a submersão em água fria induziu ao aumento desta concentração provavelmente pela resposta corporal de contração muscular para regulação da temperatura.
Resumen:
A crioterapia é cada vez mais utilizada como recurso para melhora da performance durante competições e como facilitador da recuperação de atletas. OBJETIVOS: Verificar se a crioterapia após treinamento altera a concentração dos marcadores de lesão muscular em atletas de futebol. METODOLOGIA: Atletas de futebol (14-20 anos) foram aleatoriamente divididos em dois grupos: CRIO (n = 9) e CONT (n = 10). Todos realizaram uma Corrida Contínua em Velocidade Variável (CCVV) de 50 min e logo depois CRIO foi submetido a 15 min de submersão em água a 8°C. Sangue venoso periférico foi coletado antes (0h), 24, 52 e 76 horas após o CCVV para dosagem de CK. RESULTADOS: Os grupos analisados eram homogêneos em MCT, MCM e %G (p>0,05). O grupo CONT não apresentou variação da concentração de CK em nenhuma das coletas após o exercício (p>0,05). A concentração sérica de CK em CRIO variou nas 24h após exercício e posteriormente retornou aos valores basais. CONCLUSÃO: A partir dos dados podemos postular que o CCVV não foi capaz de provocar lesões suficientes para alterar a concentração de CK, porém a submersão em água fria induziu ao aumento desta concentração provavelmente pela resposta corporal de contração muscular para regulação da temperatura.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Efeito da maturação biológica sobre o consumo máximo de oxigênio e limiares ventilatórios de jogadores de futebol
Cunha, Giovani dos Santos
O objetivo do estudo foi verificar o efeito da maturação biológica sobre o consumo máximo de oxigênio (VO2máx) e limiares ventilatórios (LV1 e LV2) em jovens jogadores de futebol. A amostra foi composta de 122 atletas, divididos em 3 grupos, pré-púbere (Pp ), púbere (P ) e pós-púbere (PP) de acordo com os critérios de Tanner. O VO2máx, LV1 e LV2 foram determinados através de teste de esforço máximo juntamente com ergoespirometria, sendo estes expressos nas formas absoluta, relativa e alométrica. Os dados foram expressos por média e desvio padrão, as diferenças entre os grupos foram verificadas através da análise de variância One-Way (ANOVA) e utilizamos a Análise de Regressão Linear Múltipla para estimar a contribuição das variáveis explicativas. O nível de significância foi p<0,05>
Consumo máximo de oxigênio e limiar anaeróbio de jogadores de futebol: comparação entre as diferentes posições
Pedro Balikian1, Aparecido Lourenção2, Luiz Fernando Paulino Ribeiro3,
Wilham Tadeu Lara Festuccia4 e Cassiano Merussi Neiva5
1. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – Unoeste – Presidente Prudente,
SP.
2. Faculdade de Ciências e Tecnologia – Unesp – Presidente Prudente, SP.
3. Departamento de Ciências Fisiológicas – UFSCar – São Carlos, SP.
4. Departamento de Fisiologia e Bioquímica – USP – Ribeirão Preto, SP.
5. Faculdade de Ciências – Unesp – Bauru, SP.
Recebido em 16/12/01
Segunda versão recebida em 1/4/02
Aceito em 14/4/02
RESUMO
O grau de desenvolvimento das capacidades físicas no
futebol é fator determinante do nível desportivo do jogador.
O objetivo do presente estudo foi comparar valores de
limiar anaeróbio e consumo máximo de oxigênio entre jogadores
profissionais de futebol de diferentes posições. Para
tanto, 25 atletas (idade = 22,08 ± 8,28 anos, peso = 76,12 ±
9,8kg, altura = 179,8 ± 7,1cm e relação corporal = 12,21 ±
3,67% de gordura corporal) foram divididos em cinco grupos,
como se segue: goleiros (GO), zagueiros (ZA), laterais
(LA), meio-campistas (MC) e atacantes (AT). O VO2max foi
determinado em esteira ergométrica através de análise direta
e a velocidade de corrida correspondente ao limiar
anaeróbio fixo de 4mM (V4mM), em teste de campo (2 x
1.000m a 90 e 95% da velocidade máxima para a distância)
através da interpolação linear.
GO (n = 5) ZA (n = 5) LA (n = 5) MC (n = 5) AT (n = 5)
V4mM 12,66 ± 0,89* 13,15 ± 1,56 14,33 ± 0,66# 14,11 ± 0,51# 13,23 ± 0,86
(km.h-1)
VO2max 52,68 ± 3,21* 60,28 ± 6,23 61,12 ± 5,33 61,01 ± 7,14 59,94 ± 6,19
(ml.kg.min-1)
* p < 0,05 em relação às outras posições. # p < 0,05 em relação à ZA e AT.
A V4mM foi menor (p < 0,05) para o grupo GO em relação
aos demais grupos. Além disso, os grupos LA e MC
apresentaram valores de V4mM significantemente maiores
em relação aos grupos ZA e AT. O grupo GO mostrou VO2max
significantemente menor em relação a todos os outros grupos,
sendo que estes últimos não apresentaram diferença
entre si. Uma vez que os atletas de diferentes posições não
realizavam treinamento diferenciado, os autores creditam
as diferenças encontradas à especificidade da movimentação
durante partidas e coletivos.
Palavras-chave: Futebol. Limiar anaeróbio. Potência aeróbia.
Wilham Tadeu Lara Festuccia4 e Cassiano Merussi Neiva5
1. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – Unoeste – Presidente Prudente,
SP.
2. Faculdade de Ciências e Tecnologia – Unesp – Presidente Prudente, SP.
3. Departamento de Ciências Fisiológicas – UFSCar – São Carlos, SP.
4. Departamento de Fisiologia e Bioquímica – USP – Ribeirão Preto, SP.
5. Faculdade de Ciências – Unesp – Bauru, SP.
Recebido em 16/12/01
Segunda versão recebida em 1/4/02
Aceito em 14/4/02
RESUMO
O grau de desenvolvimento das capacidades físicas no
futebol é fator determinante do nível desportivo do jogador.
O objetivo do presente estudo foi comparar valores de
limiar anaeróbio e consumo máximo de oxigênio entre jogadores
profissionais de futebol de diferentes posições. Para
tanto, 25 atletas (idade = 22,08 ± 8,28 anos, peso = 76,12 ±
9,8kg, altura = 179,8 ± 7,1cm e relação corporal = 12,21 ±
3,67% de gordura corporal) foram divididos em cinco grupos,
como se segue: goleiros (GO), zagueiros (ZA), laterais
(LA), meio-campistas (MC) e atacantes (AT). O VO2max foi
determinado em esteira ergométrica através de análise direta
e a velocidade de corrida correspondente ao limiar
anaeróbio fixo de 4mM (V4mM), em teste de campo (2 x
1.000m a 90 e 95% da velocidade máxima para a distância)
através da interpolação linear.
GO (n = 5) ZA (n = 5) LA (n = 5) MC (n = 5) AT (n = 5)
V4mM 12,66 ± 0,89* 13,15 ± 1,56 14,33 ± 0,66# 14,11 ± 0,51# 13,23 ± 0,86
(km.h-1)
VO2max 52,68 ± 3,21* 60,28 ± 6,23 61,12 ± 5,33 61,01 ± 7,14 59,94 ± 6,19
(ml.kg.min-1)
* p < 0,05 em relação às outras posições. # p < 0,05 em relação à ZA e AT.
A V4mM foi menor (p < 0,05) para o grupo GO em relação
aos demais grupos. Além disso, os grupos LA e MC
apresentaram valores de V4mM significantemente maiores
em relação aos grupos ZA e AT. O grupo GO mostrou VO2max
significantemente menor em relação a todos os outros grupos,
sendo que estes últimos não apresentaram diferença
entre si. Uma vez que os atletas de diferentes posições não
realizavam treinamento diferenciado, os autores creditam
as diferenças encontradas à especificidade da movimentação
durante partidas e coletivos.
Palavras-chave: Futebol. Limiar anaeróbio. Potência aeróbia.
Perfil de limiares ventilatórios durante o exercício e o consumo de oxigênio de pico verificado em jogadoras de futebol
Paulo Roberto Santos Silva *
Adilson Andrade **
Wilson Oliveira Riça ***
Ana Maria Visconti ****
Fernando Miele da Ponte *****
Emídio Valenti Tavares ******
Albertina Fontana Rosa *******
Solange Basílio da Costa *******
José Roberto Cordeiro ********
RESUMO
Foram avaliadas trinta e sete jogadoras de futebol, com média de idade de 21,5 ± 5,9
anos, peso de 57,0 ± 8,3 kg, estatura de 161 ± 7 cm e índice de massa corpórea de 21,8
± 2,1 kg/m2. Todas as atletas foram submetidas à avaliação espirométrica e metabólica,
por meio de um sistema computadorizado de análise de gases expirados da marca
SensorMedics, modelo Vmax 29C. A resposta cardiovascular foi verificada por meio
de um eletrocardiógrafo computadorizado da marca HeartWare, modelo 6.4. A
capacidade física máxima foi avaliada através de teste realizado em esteira rolante da
marca Inbramed, modelo ATL-10.100, utilizando-se protocolo escalonado contínuo.
Os seguintes parâmetros fisiológicos e os resultados encontrados foram: no Limiar
Ventilatório Um (LV1): VO2 = 30,5 ± 3,7 mlO2.kg-1.min-1; % VO2 = 64 ± 7%; velocidade
de corrida = 8,1 ± 0,3 km.h-1; FC = 154 ± 9 bpm. No Limiar Ventilatório Dois (LV2):
VO2 = 40,9 ± 4,5 mlO2.kg-1.min-1; % VO2 = 85,7 ± 4,9 %; velocidade de corrida = 11,4 ±
1,1 km.h-1; FC = 179 ± 7 bpm. O VO2 de pico foi de 47,4 ± 4,1 mlO2.kg-1.min-1.
Concluindo, a verificação de limiares ventilatórios e a potência aeróbia em jogadoras
de futebol são parâmetros fisiológicos de grande importância, pois permitem ampliar
suas aplicações práticas, qualificando, controlando e desenvolvendo de modo mais
adequado e objetivo o treinamento físico dessas atletas.
UNITERMOS
Limiares ventilatórios. Consumo de oxigênio de pico. Futebolistas. Femininas. Medicina
esportiva.
SUMMARY
Thirty seven female soccer players aged 21.5 ± 5.9, weight 57.0 ± 8.7 kg, height 161 ±
7 cm and body mass index 21.8 ± 2.1 kg/m2 underwent spirometric and metabolic
evaluation through a computerized analysis system of expired gases SensorMedics,
Seção de Fisiologia do Centro de Medicina Integrada da Associação
Portuguesa de Desportos — São Paulo — SP, Brasil.
* Fisiologista
** Fisicultor
*** Técnico de Futebol Feminino
**** Clínico
***** Ortopedista
****** Oftalmologista
******* Odontologista
********Cardiologista/Vice-presidente de Medicina da Associação Portuguesa de Desportos
Endereço para correspondência:
Rua Comendador Nestor Pereira, 33 - Canindé - CEP 03034-070 - São Paulo - SP, Brasil
Tel.: (011) 225-0400, Ramal 224 - Fax: (011) 228-8449
Adilson Andrade **
Wilson Oliveira Riça ***
Ana Maria Visconti ****
Fernando Miele da Ponte *****
Emídio Valenti Tavares ******
Albertina Fontana Rosa *******
Solange Basílio da Costa *******
José Roberto Cordeiro ********
RESUMO
Foram avaliadas trinta e sete jogadoras de futebol, com média de idade de 21,5 ± 5,9
anos, peso de 57,0 ± 8,3 kg, estatura de 161 ± 7 cm e índice de massa corpórea de 21,8
± 2,1 kg/m2. Todas as atletas foram submetidas à avaliação espirométrica e metabólica,
por meio de um sistema computadorizado de análise de gases expirados da marca
SensorMedics, modelo Vmax 29C. A resposta cardiovascular foi verificada por meio
de um eletrocardiógrafo computadorizado da marca HeartWare, modelo 6.4. A
capacidade física máxima foi avaliada através de teste realizado em esteira rolante da
marca Inbramed, modelo ATL-10.100, utilizando-se protocolo escalonado contínuo.
Os seguintes parâmetros fisiológicos e os resultados encontrados foram: no Limiar
Ventilatório Um (LV1): VO2 = 30,5 ± 3,7 mlO2.kg-1.min-1; % VO2 = 64 ± 7%; velocidade
de corrida = 8,1 ± 0,3 km.h-1; FC = 154 ± 9 bpm. No Limiar Ventilatório Dois (LV2):
VO2 = 40,9 ± 4,5 mlO2.kg-1.min-1; % VO2 = 85,7 ± 4,9 %; velocidade de corrida = 11,4 ±
1,1 km.h-1; FC = 179 ± 7 bpm. O VO2 de pico foi de 47,4 ± 4,1 mlO2.kg-1.min-1.
Concluindo, a verificação de limiares ventilatórios e a potência aeróbia em jogadoras
de futebol são parâmetros fisiológicos de grande importância, pois permitem ampliar
suas aplicações práticas, qualificando, controlando e desenvolvendo de modo mais
adequado e objetivo o treinamento físico dessas atletas.
UNITERMOS
Limiares ventilatórios. Consumo de oxigênio de pico. Futebolistas. Femininas. Medicina
esportiva.
SUMMARY
Thirty seven female soccer players aged 21.5 ± 5.9, weight 57.0 ± 8.7 kg, height 161 ±
7 cm and body mass index 21.8 ± 2.1 kg/m2 underwent spirometric and metabolic
evaluation through a computerized analysis system of expired gases SensorMedics,
Seção de Fisiologia do Centro de Medicina Integrada da Associação
Portuguesa de Desportos — São Paulo — SP, Brasil.
* Fisiologista
** Fisicultor
*** Técnico de Futebol Feminino
**** Clínico
***** Ortopedista
****** Oftalmologista
******* Odontologista
********Cardiologista/Vice-presidente de Medicina da Associação Portuguesa de Desportos
Endereço para correspondência:
Rua Comendador Nestor Pereira, 33 - Canindé - CEP 03034-070 - São Paulo - SP, Brasil
Tel.: (011) 225-0400, Ramal 224 - Fax: (011) 228-8449
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